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Funções do dente e a sua importância

Você sabe a importância e as funções do dente? A falta de dentes pode ocasionar diversos problemas que vão muito além da estética, como a dificuldade na digestão de alimentos e na articulação da mandíbula. Um adulto deve ter 32 dentes e todos eles têm importância fundamental no funcionamento do organismo. Apenas os sisos não são fundamentais para o bom funcionamento da mastigação, que é a principal função dos dentes. Para repor os dentes perdidos, existem atualmente técnicas bastante eficientes para oferecer uma boca mais saudável ao paciente. Além das tradicionais próteses fixas e removíveis, existe a opção de implantes, os quais podem ser realizados sem cortes, onde o procedimento é menos invasivo. Nesse procedimento, é realizado um planejamento da cirurgia no computador e a partir da tomografia e guias cirúrgicos é construído para cada caso o tempo para conclusão do tratamento, que varia muito de acordo com os diferentes tipos de necessidade de cada paciente. Se a mastigação não for feita de maneira correta, os alimentos chegam maiores ao estômago, o que dificulta a digestão e a absorção dos nutrientes. Os dentes incisivos, que são os dentes frontais existem para cortar os alimentos. Os caninos, aqueles dentes mais pontiagudos, servem para rasgar os alimentos. Os pré-molares, que são os dentes com duas pontas, servem para esmagar e moer os alimentos. Por fim, os molares trituram os alimentos. Quando um dos dentes cai, os outros dentes que ficam ao lado tendem a se movimentar, o que gera um mau posicionamento da mordida. Em muitos casos, tem reflexos na articulação. Além disso, as movimentações dos dentes que ficaram incomodam o paciente. Anatomia dos dentes Coroa é a parte superior do dente e costuma ser a única parte visível. O formato da coroa determina a função do dente. A linha de junção dos dentes e da gengiva é o espaço que faz a divisão dos dentes. Caso não ocorra a higienização correta nessa área podem ser formadas placas ou tártaro, causando gengivite e outros males. A raiz do dente é a parte que está dentro do osso. É ela quem mantêm o dente inserido no osso. O esmalte é a camada externa do dente. É o tecido mais duro e mineralizado de todo o corpo humano, no entanto, podem ser danificados, caso os dentes não sejam higienizados de maneira correta. A dentina é a camada dentária situada abaixo do esmalte. A polpa é o tecido mole situado no centro do dente, onde são encontrados o nervo e os vasos sanguíneos. Texto: Régia Vitória, do Hospital Odontológico Cir

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O primeiro dentista da história?

Pesquisadores podem ter descoberto nova evidência odontológica antiga na forma de um osso da mandíbula de 6.500 anos de idade,  um dente humano apresentando vestígios de enchimento com cera de abelha, como relatado na revista de acesso aberto PLoS ONE. Isso porque a coroa continha um preenchimento de cera de abelha que pode ter sido aplicado para diminuir a dor e a sensibilidade da pessoa, pode ser o vestígio mais antigo da existência de um “dentista”. Os pesquisadores, liderados por Federico Bernardini e Claudio Tuniz do Centro Internacional Abdus Salam de Física Teórica, na Itália, em cooperação com Sincrotrone Trieste e outras instituições, escreve que a cera de abelha foi aplicado na época da morte do indivíduo, mas não pode confirmar se foi logo antes ou depois. Se fosse antes da morte, no entanto, que escrevem que foi provavelmente destinado a reduzir a dor e a sensibilidade de uma fenda vertical, nas camadas de esmalte e da dentina do dente. Segundo Tuniz, o desgaste severo do dente “é provavelmente também devido ao seu uso em atividades não-alimentares, possivelmente, tais como tecelagem, geralmente realizada por Neolítico fêmeas. ” Evidências de odontologia pré-histórica é escassa, por isso este novo espécime, encontrado na Eslovénia perto de Trieste, pode ajudar a fornecer informações sobre primeiros consultórios dentários. ” Este achado é talvez a evidência pré-histórica mais antiga da odontologia na Europa.


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